terça-feira, 20 de novembro de 2012



Brinde a sorte da outra na primeira troca
Na revolta do amanhecer, sem cais
Pesque de volta que o anzol te levou
De volta, mas amou
Se sabe da tristeza, encare a sutileza e transborda.

Sorte é não manter o preço do seu medo
Claro que viver também tem seu enredo
E se algo de fato tende a ser segredo
Deixa o escuro dentro de amanhã
Dentro da manhã
Amanhã será de novo um novo dia
Espera e encontra a pressa da rebeldia
Encontra de lado a formula, sabedoria
Mantém quem te faz refém dessa letargia
Melancolia vem pra quem teve medo
Não se sujar é não usar o brinquedo
Mira na morte e foca no desapego
Se eu te perder encontro outro aconchego.


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